MAIO: “O amor que aprendi vem dos meus pais”: amor e vivência familiar

MAIO/2020

Você já observou que cada pessoa tem um jeito muito seu de estar nos relacionamentos? É como um padrão, que normalmente se repete em diferentes relações e que tem suas raízes na nossa família de origem.

Nesse momento da nossa jornada iremos refletir sobre vivência familiar, as marcas que nossos primeiros vínculos amorosos deixam em nós e como isso se reflete no presente. A ideia não é “vencer” os aprendizados sobre o amor que desenvolvemos junto à nossa família, mas, nos tornando mais conscientes deles, ousarmos ir além.

Veja como foi o evento

Nosso projeto tem crescido! Nesse mês tivemos duas rodas de conversa online: uma no dia 19 e outra no dia 20 de maio, cada uma com 17 participantes.

Com base no conteúdo desses encontros eu escrevi os textos que você confere aqui.

O amor que guardamos, o amor que vivemos

O amor que guardamos, o amor que vivemos

Partindo do conhecimento sobre como nossas relações familiares influenciam nossa maneira de amar na idade adulta, essa é uma conversa sobre a importância de nos trabalharmos intimamente, a fim de viver o amor de forma mais plena.

Dependência, autonomia e saúde nos relacionamentos

Dependência, autonomia e saúde nos relacionamentos

Nossas relações são regidas por três dinâmicas principais: dependência, autonomia e compartilhar. Esses traços surgem do nosso desenvolvimento nas relações familiares e vão sendo vivenciadas – e aperfeiçoadas – durante toda a nossa vida.

FACILITADORA

Juliana dos Santos Soares

Juliana dos Santos Soares

Psicóloga

CRP: 04/21.049
Psicóloga clínica pela UFMG, atende Psicoterapia de adultos nas modalidades presencial e online, além de Psicoterapia de grupo. Pós-graduada em Psicodrama; professora da Pós-graduação em psicodrama do IMPSI – Instituto Mineiro de Psicodrama Jacob Levy Moreno; tem formação em Gestalt-terapia e treinamento em Constelações familiares segundo Bert Hellinger. Vem desenvolvendo workshops e vivências reflexivas sobre relaconamentos amorosos desde 2007.

PRÓXIMOS EVENTOS

NOVEMBRO: “Partir, andar”: O momento do fim

O término dos relacionamentos é doloroso. Nesse último encontro da nossa jornada, vamos olhar para como vivemos as despedidas dos nossos amores: como podemos fechar os ciclos com respeito e seguir em frente.

Sou psicóloga em Belo Horizonte – MG. Atendo Psicoterapia individual, de grupo e terapia de casais. Em minha busca por ser uma pessoa melhor, já fiz diversas terapias e percorri um bom caminho de autoconhecimento. Hoje vivo "a sorte de um amor tranquilo". Apaixonada por música, livros e boas conversas.