SETEMBRO: “Você me vira a cabeça”: Amor e sofrimento

SETEMBRO/2020

Quando falamos de diversidade nos relacionamentos, um trecho de música que costumo citar é “qualquer maneira de amor vale a pena” (Paula e Bebeto – Caetano Veloso e Milton Nascimento). Só o que não vale a pena no amor é quando ele se confunde com dor e violência.

Os relacionamentos abusivos são uma realidade na nossa vida social. É um assunto do qual precisamos falar, a fim de percebermos como nos envolvemos neles e como podemos fazer parte de redes de proteção e virada de jogo. Nesse momento da nossa jornada vamos compartilhar vivências, reflexões e sentimentos a esse respeito, com muito amor.

Veja como foi o evento

Nossa vivência online aconteceu no dia 22 de setembro, na plataforma Zoom. Participaram 6 pessoas, num encontro conduzido com a metodologia do Psicodrama. Eu produzi dois textos com reflexões sobre o tema e a vivência, que você pode conferir abaixo.

Relacionamentos abusivos e o perigo de ser especial

Relacionamentos abusivos e o perigo de ser especial

Uma cena dramatizada na vivência online “Você me vira a cabeça”, nos ajudando a refletir sobre a importância de abrirmos mão de “lugares especiais” nos relacionamentos. Ter consciência dos nossos limites pode ser triste, mas é libertador.

Por que um relacionamento não pode te completar

Por que um relacionamento não pode te completar

O ideal de amor romântico nos apresenta o amor como uma fonte suprema de realização e felicidade, o que é ilusório. Ninguém pode nos dar tudo de que precisamos. Ver o amor dessa maneira pode abrir brechas para relacionamentos abusivos.

FACILITADORA

Juliana dos Santos Soares

Juliana dos Santos Soares

Psicóloga

CRP: 04/21.049
Psicóloga clínica pela UFMG, atende Psicoterapia de adultos nas modalidades presencial e online, além de Psicoterapia de grupo. Pós-graduada em Psicodrama; professora da Pós-graduação em psicodrama do IMPSI – Instituto Mineiro de Psicodrama Jacob Levy Moreno; tem formação em Gestalt-terapia e treinamento em Constelações familiares segundo Bert Hellinger. Vem desenvolvendo workshops e vivências reflexivas sobre relaconamentos amorosos desde 2007.

PRÓXIMOS EVENTOS

NOVEMBRO: “Partir, andar”: O momento do fim

O término dos relacionamentos é doloroso. Nesse último encontro da nossa jornada, vamos olhar para como vivemos as despedidas dos nossos amores: como podemos fechar os ciclos com respeito e seguir em frente.

Sou psicóloga em Belo Horizonte – MG. Atendo Psicoterapia individual, de grupo e terapia de casais. Em minha busca por ser uma pessoa melhor, já fiz diversas terapias e percorri um bom caminho de autoconhecimento. Hoje vivo "a sorte de um amor tranquilo". Apaixonada por música, livros e boas conversas.