Psicoterapia

A Psicoterapia é um recurso valioso no processo de autoconhecimento, superação de dificuldades e desenvolvimentos de recursos pessoais. São vários os motivos que levam uma pessoa a procurar o apoio de uma/um psicoterapeuta: desejo de se conhecer melhor e lidar de uma maneira mais satisfatória consigo, incômodos com alguns aspectos seus, questões relacionais – com familiares, amigos, parceiros, situações de trabalho etc. –, até os quadros geradores de maiores sofrimentos, como depressão, síndrome do pânico e outros transtornos que envolvem sintomas físicos. A partir dessa busca, começa uma jornada em que a/o psicoterapeuta irá acompanhar e intervir ativamente, utilizando-se dos conhecimentos e técnicas que lhe são próprios. Faz parte de uma boa Psicoterapia auxiliar o sujeito a vislumbrar maneiras novas e mais saudáveis de estar no mundo, consigo e com suas relações.

Na minha prática clínica, atendo pessoas tanto individualmente quanto em grupo, tendo como referenciais a minha formação em Psicologia nas abordagens do Psicodrama e da Gestalt-terapia.

PSICODRAMA

“Drama” significa “ação” em grego. Portanto, o Psicodrama pode ser definido como uma forma de investigação da alma humana através da ação. É tanto uma forma de ver o ser humano quanto um método de tratamento, criado na primeira metade do século XX por Jacob Levy Moreno (1889 – 1974), psiquiatra romeno.

A forma de se trabalhar com o Psicodrama é inspirada, dentre outras fontes, no Teatro – utilizamos a própria dramatização e a exploração da linguagem corporal como intervenções terapêuticas. Podemos colocar em cena relações interpessoais – com a mãe ou o/a chefe por exemplo –, intergrupais – entre pessoas que pertencem ao grupo que está sendo trabalhado – ou da pessoa consigo mesma ou uma parte sua – sua tristeza, solidão etc.

Um dos pilares da Psicoterapia com base no Psicodrama é o conceito de Espontaneidade, que para Moreno é a capacidade de agir de modo satisfatório diante de situações novas, ou de modo novo – e satisfatório – diante de situações já conhecidas. Muitas vezes, ao invés de agirmos de forma livre e espontânea nos “viciamos” em dar sempre a mesma resposta nos diferentes momentos da vida. Assim nossas atitudes ficam “cristalizadas”, repetindo padrões e gerando sofrimento. O trabalho terapêutico consiste, também, em treinar esse estado de espontaneidade.

GESTALT-TERAPIA

Terapia da concentração, Terapia do aqui-e-agora, Terapia do dar-se-conta. Esses são outros nomes também atribuídos à Gestalt-terapia, uma forma de trabalhar que privilegia o corporal-emocional sobre o mental, bem como a importância da responsabilidade pela própria vida como caminho para a realização pessoal e a felicidade. Foi “descoberta” por Frederick Perls (1893 – 1970), psiquiatra alemão, entre os anos 1940 e 1950. No trabalho terapêutico busca-se a autorrealização: que as pessoas consigam ser o que elas realmente são, aceitando e dando espaço para todas as suas inclinações, polaridades e vozes interiores, na busca por integrá-las em uma vida bem orientada.

As intervenções que a/o Gestalt-terapeuta faz baseiam-se nas perguntas “o que”, “como”, “para quê”, “qual o significado”, deixando-se em segundo plano o “por quê” e toda uma gama de explicações e interpretações. Isso revela o objetivo principal do trabalho: ampliar constantemente a consciência da maneira como a pessoa se comporta, e não a razão pela qual ela age.

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